domingo, 30 de outubro de 2022
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Barbudos,sujos e fatigados soldados brasileiros na Segunda Guerra Mundial Cesar Campiani Maximiano
Muito interessante o livro a Nossa Guerra:mostra de verdade como a FEB e a FAB foram criadas,dá nome aos bois(militares,no caso) e quando diz que trata de alguma coisa,é isso mesmo,vai fundo.Fala dos comboios de navios:descreve tipo,nome,o que e quando e quem fez os comboios;idem ibidem para a aviação e a força armada.No começo empata um pouco a leitura,com tipos de embarcações, aviões,e números e siglas para os diferentes corpos que formaram os expedicionários(tipo o 2°batalhão da 1a cia do 5°exército, ou coisa que o valha -especificando vários no mesmo trecho,ou seja,atrapalhou-me bem),mas é compreensível pois se esforçou para dimensionar a participação na guerra sem cair em extremismo de crítica nem de condescendência. Tipo diferente de leitura pra mim,bagunça um pouco os dois neurônios, mas no fim,acho que fiquei no lucro.
E,da mesma forma que a pesquisa do Ricardo Bonalume foi fundo,o César Maximiano também se especializou em FEB,Segunda Guerra e por aí - aquele livro 120 objetos sobre o Brasil na Segunda Guerra é dele;eu critiquei,mas depois fiquei pensando na dificuldade que deve ter sido reunir ,catalogar e registrar tudo.Aqui é terceiro mundo,mal se tem memória histórica, quanto mais preservação. Enfim,vamos para mais histórias dos pracinhas e espero ter menos dificuldades com este livro.
terça-feira, 25 de outubro de 2022
A nossa Segunda Guerra, Ricardo Bonalume Neto
Mais um com os brasileiros na guerra,o A nossa Segunda Guerra vem elogiadíssimo,veremos,depois dos textos do Joel Silveira - leitura que começou mais ou menos e melhorou bastante no final.
domingo, 23 de outubro de 2022
O inverno da guerra, Joel Silveira
Livro ilustrado "lido".Foi Ok,mais crítico do que imaginava mas modesto em conteúdo.Choquei ao saber que a parte brasileira do cemitério em Pistóia foi esvaziada e os restos dos pracinhas trazidos para o Rio de Janeiro!!!!
Agora vamos para textos jornalísticos de enviado ďe guerra,Joel Silveira(jornalista,editor da Nova Fronteira).Tenho a impressão de já ter lido este livro,mas como não lembro nada,nem vai contar como releitura.
120 objetos que contam a história do Brasil na Segunda Guerra Mundial, Cesar Campiani
O Guerra em surdina foi uma surpresa,uma pequena jóia,nunca ouvi falar nele antes,mas agora,é o meu "representante nacional" sobre a participação na guerra,sem patacoadas patrioteiras como alguns documentários antigos sobre a FEB,vale a leitura.
Agora,vou para um certamente mais "enquadrado",escrito por historiador militar,espero que seja realista,veremos.
Estantes:por enquanto é isto!
Dei " baixa" em muita coisa lida há muitos anos e que não vou reler,não adianta ficar guardando.Também aqueles livros adquiridos por compulsão e que só os deuses sabem se iria ler e quando.Agora é descansar(me deu uma dor nos rins,daquelas,de tanto peso carregado).
sexta-feira, 21 de outubro de 2022
Estantes:quase lá!
Ainda não é definitivo,mas já consegui aliviar o peso em 3 das quatro estantes das antigas e separar um bom tanto para doação. Amanhã verei o que faço com a que ainda está carregada.
Ficou tudo entupido tanto tempo que o ambiente ,agora,parece vazio.
Estantes:primeiros rounds!
Ainda não é definitivo,só pra desentulhar aonde estava mais cheio.Das duas até agora(5h19').Deu uma canseira,parei um pouco,amanhã eu continuo.Vai ficar bom.
E eu comecei a separar o que vai pra doação(se não for assim,não adianta só trocar de lugar,tem que desentulhar).
Estantes....e a luta vai começar:
Agora o trabalhão vai começar,vai ter mais espaço,mas é livro demais,tem que separar para doação senão continuará não cabendo.Estou feliz e ansiosa.Quando estiver pronto eu mostro.
quinta-feira, 20 de outubro de 2022
Guerra em surdina,Boris Schnaiderman
Os frutos de guerra foi mais uma leitura sobre o Vargas e as relações exteriores,principalmente com os Estados Unidos, que propriamente sobre a guerra.Em relação à ela a frase"chegou tarde na festa e saiu cedo" resume a participação da FEB e a demora pro país se aliar.Foi bom pra saber da política interna nacional em paralelo às ambições internacionais.Mais é um livro prolixo e que repete chavões do preconceito(brasileiros não são pontuais,repetido n vezes)e faz comparações entre a "estatura" do Vargas e seu "pequeno" gabinete no palácio.
Agora,vou resgatar do esquecimento um que comprei do espólio da Cosac(daqueles quando a Amazon fazia pechinchas a 10 reais) e que,para mim,não era ficção,mas é.Sabia que o Bóris Schnaiderman tinha participado da guerra,então achava que o Guerra em surdina era um livro de memórias,mas não.Apesar de elas provavelmente terem servido de base para o texto.A conferir.
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