O Falcão de Esparta me surpreendeu,começou meio assim,com um príncipe persa,chatinho que só, e eu procurando o grego.Até o momento em que ele começou,de fato,a agir.Daí,sim,o livro esquenta e melhora até o fim.Este livro foi dica do Eduardo Kasse,autor que tem uma página de história muito engraçada no Instagram,num dia em que o post era sobre livros de guerra escritos por quem lutou e,entre eles,Xenofonte,o grego em questão. Livraço.
Depois,procurando por romances históricos falando da Grécia antiga,apareceu a indicação de uma autora inglesa,Mary Renault,corri para a estante virtual ,encontrei vários livros dela e
o primeiro já chegou,logo depois que terminei o anterior.Comecei e a narrativa já me prendeu.
