terça-feira, 16 de junho de 2026

La pension Belhome,Frédéric Lenormand








 

 



Depois de ler o Na voz dela entendi porque não houve elogios: é um livro grande,lento,narrado por uma jovem falando desde sua infância até o "momento presente" da escrita.Não foi uma vida plena,a pessoa não é carismática falando de si e das relações com os pais,as memórias e suas dificuldades no mundo (Itália dos anos 1920 até o imediato pós Segunda Guerra Mundial).Importam muito as relações estabelecidas entre as mulheres ,mas não é panfletário e fixa-se,isso sim,nessa moça problemática e no que seu sentimentalismo acaba causando.A história  continua na gente depois que o livro termina,muitas e muitas camadas,vai render.
Depois,peguei este Parágrafos fúnebres,do Wesley Barbosa, que fala de um encarcerado na época da pandemia e,sim,se os mortos "normais" foram uma enormidade mal con tabilizada,os presos atingidos o foram tanto quanto ou mais.
Pra levantar o astral peguei este Entregas expressas da Kiki e o Pequeno manual de defesa pessoal.
Agora,vou pra França do século XVIII em mais um Frédéric Lenormand, dessa vez não ficção.

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