quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Eu,Claudius,imperador - Robert Graves




E o Amoras,os poucos contos que li,até agora,me deixaram meio assim.É uma porrada depois da outra,preciso respirar!Vou lendo um conto por vez,assim,quem sabe eu aprendo a ler contos,sem ser numa enfiada só.
Por isso,resgatei este Claudius,imperador,dos limbos das estantes reservas(consegui em alguma troca no Skoob,quando funcionava para isso).Será quase uma prequel  do Romano,porque vai falar do Cláudio desde antes do seu reinado e no Romano,é o seu fim e a ascenção(é assim que se escreve?!?!) do Nero que começa o livro.Já impliquei com esta tradução(anos 1980) que deixou os nomes em latim em alguns casos,não gostei.Peguei este porque os que eu queria ,a trilogia do Cícero,não achei!Na Amazon aparece como comprados em 2020!!!!Onde foram parar?!?!Quantos bota fora de livros eu já fiz nestes seis anos?!?!E tem as partes interditadas nas estantes velhas,onde tem prateleiras soltas ou quebradas sustentadas por livros "presos" neste arranjo e onde eu não mexo simplesmente porque não tenho mais energia pra isso e eu tenho que substituir estas estantes velhas(30 e tantos anos de uso) e haja grana para fazer isto!!!!!Logo depois da pandemia comprei estantes novas,que estão na sala,e que se encheram prontamente.Daí,tempos depois comprei as estantes reservas,que são plásticas(da Shopee),que não aguentam muita coisa,mas também estão repletas;elas e as quatro estantes velhas precisam de um bota fora,urgente,mas será uma tarefa de Hércules - antigamente eu arrumava e desarrumava tudo numa  tarde.Atualmente,eu dou uma mexida na frente das prateleiras e olhe lá.Os livros lidos,vou deixando numa poltrona e quando dão uma boa quantidade eu faço doação(nas últimas vezes para o Exército da Salvação,é só agendar eles buscam em casa,facilita muito).Daí,"perder" livros em casa não é novidade,preciso dar esta limpa radical(tirar todos os já lidos,deixar os de referência(não ficção,de arte,cinema,música) e doar o resto todo.Assim,quem sabe,nem de estantes novas vou precisar.Mas preciso energia ,que está em falta ( e ,dependendo do resultado,dia 25,tenho medo!).Não tenho mais comprado lívros físicos,os últimos que comprei foram e-books,mas os não lidos são muitos(e meu tempo de vida,sei lá quanto mais vai durar - tenho 62).Questões de quem é leitor desde muito tempo.

 

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Amoras,Natália Borges Polesso


O Romano foi,apesar de longo,muito mais proveitoso que os anteriores do Mika Waltari. Com uma tradução mais fluente,toda a ironia do texto ficou destacada e o personagem principal,um vale nada quase da elite e suas peripécias para se elevar de status social,bem caracterizado.O cenário vai desde o Nero até o Domiciano e o fim trágico do personagem. Com os conflitos da ascensão do cristianismo e sua influência.Conseguiu aliviar a tensão depois do resultado do primeiro turno das eleições que me abalou,muito.

Daí,pra mudar completamente de ares,peguei este Amoras no MECLIVROS. Livro premiado que vai,ou já virou,filme.Veremos.

 

sábado, 3 de outubro de 2026

O Romano,Mika Waltari



Bem,o Anjo negro demorou um pouco a me pegar,foi bem lento aliás,e o mistério do personagem principal ficou meio diluído numa tradução antiquada e inadequada em diversos momentos.Mas teve seu interesse do meio para o fim.Valeria uma tradução atual,com muitas notas de referência,já que o Anjo está em Constantinopla durante a sua queda.Tem muitas questões:ortodoxos,católicos,muçulmanos,gregos,venezianos,genoveses,turcos de diversas proveniências,política quase ritual,tradição,formas de combate e cerco,e mais ainda.Só que a edição caducou,não ajudou nada.
Vou pegar agora o último da minha trinca do autor,de outra editora,mais conceituada(Civilização Brasileira),antiguinho(1967) mas menos um pouco que os outros(1955),que trás as memórias de um político romano da época do Nero,promete,veremos(com outro tradutor quero ver a quantas fica o enredo).

 

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

O anjo negro - Mika Waltari/ Como nomear fantasmas - Lark( HQ )



O aventureiro eu demorei a ler porque achei que,em algum momento,engrenaria e não foi o que aconteceu.O personagem é um órfão finlandês,nos anos vinte do século XVI,criado pela curandeira do povoado,que é amiga do carrasco e de um frade.Juntos acompanham o crescimento e as primeiras peripécias deste sem fortuna,mas o personagem é um pascácio que vai daqui pra lá ao sabor dos encontros e dos acontecimentos no norte da  Europa (conspiração na Finlândia, maus encontros em Paris,reforma na Alemanha  e revoltas populares,saque a Roma),não tem firmeza em nada,só rompantes.Irritante pra dizer o mínimo.A edição é de 1955 e talvez a tradução  tenha atrapalhado tudo.Enfim,li mas não foi legal.
Mas como tirei este autor da lista de espera vou tentar mais um,O anjo negro,que eu espero que seja de aventura - se for o nhémnhémnhém do outro,vou abandonar.
E de leituras gostosinhas foi só o PDF de Como nomear fantasmas que chegou,via Catarse - enquanto esperamos o livros físico.

 

domingo, 13 de setembro de 2026

O aventureiro - Mika Waltari




Os livros da Mary Renault definitivamente não me pegaram.Gostei dos dois,mas de uma narrativa mitológica para outra,histórica, a vida da Grécia antiga  não me pegou nestes enredos - o livro do Conn Iggulden foi mais do meu gosto.Não bastasse,o próximo dela que eu iria ler,me enganou pelo título,O Auriga - pensei em corridas de bigas nos jogos olímpicos da antiguidade (teve um pouco disso no Cantor do prazer) e....é um romance queer na Segunda Guerra Mundial, na Inglaterra, interesse zero de ler agora.
Vou pegar um romance histórico à vera,de um escritor nórdico,publicação dos anos 1950/60,e espero que me prenda mais,veremos. 


 

terça-feira, 8 de setembro de 2026

O cantor do prazer,Mary Renault



O Rei morto,rei posto ,recontando a história  do Teseu, foi bom de ler,mas não me engajou.Gostei,mas não amei.Serviu pra,agora que tem Google,pesquisar rapidinho sobre várias coisas de Grécia antiga, que,de forma geral,desconheço(à exceção e apesar  dos filmes do Rey Harrihausen).Agora,continuo com a mesma autora,deixando os tempos místicos para chegar ao século VIa.C. ,em Atenas,quando  política e filosofia estavam bombando.

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Rei morto,rei posto - Mary Renault



O Falcão de Esparta  me surpreendeu,começou meio assim,com um príncipe persa,chatinho que só, e eu procurando o grego.Até o momento em que ele  começou,de fato,a agir.Daí,sim,o livro esquenta e melhora até o fim.Este livro foi dica do Eduardo Kasse,autor que tem uma página de história muito engraçada no Instagram,num dia em que o post era sobre livros de  guerra escritos por quem lutou e,entre eles,Xenofonte,o grego em questão. Livraço. 
Depois,procurando por romances históricos falando da Grécia antiga,apareceu a indicação  de uma autora inglesa,Mary Renault,corri para a estante virtual ,encontrei vários livros dela e 
o primeiro já chegou,logo depois que terminei o anterior.Comecei e a narrativa já me prendeu.

 

domingo, 30 de agosto de 2026

O falcão de Esparta,Con Iggulden




O livro da Mme.Housset foi compilado de cadernos onde ela transcrevia algo do que presenciava enquanto acompanhava a Pompadour - nada que não  tenha aparecido na leitura anterior, já citada.Só que foi publicado em 1824,mais de vinte anos depois de sua morte e,mais ainda,das mortes das pessoas citadas.Beeeeemmm depois da Revolução, Bonaparte e,provavelmente,propaganda para enaltecer a nobreza quando da restauração. É bem incompleto,não linear e se foi tomado como base de informação, bem falho.Fora que e-book  de livro em domínio público com poucas e mal formadas notas,não acrescentou nada.
Vou para Esparta agora,prum escritor que já li duas sagas, a do César e a do Gengis Khan,ótimas( vários livros em cada uma).Quero ver se este me empolga um pouco com outros gregos que não o Ulisses(imbatível).Já tentei antes com os Portões de fogo,mas foi um livro bem ruinzinho.Roma antiga atrai mais;a parte da Grécia que me atrairia seria da época dos filósofos,mas nem sei se tem algum romance histórico  sobre.Bem,veremos.

 

sábado, 29 de agosto de 2026

Mémoires de Madame du Hausset, femme de chambre de la marquise de Pompadur




Depois de ler a biografia romanceada,vamos às fontes.Esta Nicole de Hausset era nobre,viúva de outro nobre e foi próxima da Pompadour.Femme de chambre não é um cargo inferior,não é uma simples criada é uma pessoa de contato diário,íntimo. Estas memórias foram base para a lembrança favorável que se tem.No jogo de poder da corte,quem está perto dos grandes,também exerce influência.Tanto a Pompadour foi importante(durante aproximadamente 20 anos),seu entorno também.Esta du Hausset é citada como do grupo do dr. Quesnay,médico da corte.Sim,tem os amigos e os amigos dos amigos,as intrigas,os complôs e o sobe e desce dos cargos.Uma tensão só.Quero ler pra ver até onde pode-se "ver" a corte por dentro - espero que não seja apenas bajulação,veremos.

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Madame de Pompadour,Massimo Grilandi



O Madame la marquise et les gentlemen cambrioleurs  trouxe personagens que existiram(e causaram em sua época) junto com coadjuvantes hilários -  contexto bem Lenormand, de boa qualidade.E,como sempre,depois de ler,fui pesquisar.Afigura foi a marquesa Casati.Bizarra!

E,mexendo nos livros(eu quase não faço isso,só quase todo dia) ,mudando alguns de lugar ,achei este Madame Pompadour.Das mulheres do Louis XIV li bastante,inclusive em francês.Já as mulheres do Louis XV,bem,tirando a du Barry(em livro do Lenormand), nunca me interessei - rei desinteressante+acompanhantes idem.A Pompadour durou bastante tempo e a memória que se tem dela é bem favorável(da Mantenom também).Este livrinho do Círculo do Livro(edição dos anos 1980,só um pouco amarelecida pelo tempo) parece um romancinho leve,não sei o que esperar.Mas,já que caiu nas mãos(deve ter vindo em alguma troca que fiz no Skoob),vou aproveitar,veremos.