terça-feira, 8 de agosto de 2023

Sauver Marie Mancini, seconde partie - Jean d'Aillon


 

 



Começou bem,e já está na parte da confusão ,onde os "heróis " estão em perigo e os bandidos não são exatamente os primeiros suspeitos.Daqui a pouco eles se livram,e a confusão termina.Leitura divertida,por mais que M.d'Aillon use as mesmas fórmulas os meandros do enredo são outros,resta descobrir os mistérios. 

sábado, 5 de agosto de 2023

J.Carlos,por Cássio Loredano e Artur Dapiève



E já foi o Jean d'Aillon da vez,e nos intervalos e depois de terminado eu li dois livros ilustrados sobre o J.Carlos,um desenhista que nasceu em 1884 e morreu em 1950 e que foi mestre na ilustração, cartun,caricatura,com milhares de desenhos em mais de quarenta anos de carreira.
Livros comprados por pura curiosidade e porque acho as imagens ótimos documentos históricos, ainda mais com humor.Este sobre as guerras em especial,mas o Bonde a a linha foi mais biográfico e com algumas amostras da arte.
Gostei dos dois,que não são Hqs ou graphic novels,e sim,livros ilustrados.


 

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

La vengeance du Baphomet, 2ème partie - Jean d'Aillon




Que delícia de ler sob outras conformações  o caso do fim dos Templários e a "maldição",o caso das cunhadas reais,Robert d'Artois,a condessa Mahaut,FelipeIV.....tudo que tinha no livro que me pegou para os romances históricos, o Rei de Ferro,do Maurice Druon,primeiro dos Reis Malditos(que já tive completos em português e que ainda tenho,completos,em francês).Mas na mão do Jean D'Aillon  vira outra coisa,com mais personagens,todos os títulos que eles possuíam,seus cargos,as descrições dos lugares,tudo numa trama "policial"( le polar historique, comme il fault) misturando nobres,plebeus,marginais,monarcas,em ambientação medieval,com direito a escaramuças,fugas,reviravoltas e reviravoltas das  reviravoltas.Adoro.Diversão garantida. 

 

segunda-feira, 31 de julho de 2023

La vengeance du Baphomet ,premiére partie - Jean d'Aillon



Nossa!Faz uns três, quatro dias que terminei o Detetives Selvagens e estava pasma até agora.Que livro,senhoras e senhores,que livro.Magnificamente construído.É uma leitura que demanda bastante do leitor,mas entrega muito.Só digo:leiam!
E como o pasmo está passando,vou mergulhar nos meus romances históricos em francês que estão à espera no Kindle(depois eu vejo o que faço com a "literatura").

 

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Os detetives selvagens, Roberto Bolaño



O crime do bom nazista foi OK,mas não me pegou direito,acontece.
Agora vou de calhamaço,de um autor que nunca li,veremos.

 

segunda-feira, 17 de julho de 2023

O crime do bom nazista,Samir Machado de Machado




Depois do divertido Galvez  agora vou para o livro novo do Samir Machado de Machado, de quem já li três livros dos quais o Quatro Soldados é o meu preferido(e espero algum dia ler o Tupinilândia,se conseguir um preço camarada),veremos. 

 

sábado, 15 de julho de 2023

Galvez Imperador do Acre,Márcio Souza




Depois do faroeste existencial e bom na floresta,vou me deslocar um pouco mas ficar quase no mesmo território ,indo pro Acre e ver o que aconteceu por lá  -nesta edição do século passado,quase desmontando.

 

terça-feira, 11 de julho de 2023

Mad Maria,Márcio Souza



O A vida como ela é ficou meio atravessado na minha garganta.Não quis abandonar a leitura e acabou numa overdose de mais-do-mesmo em sexismo,machismo,misoginia,homofobia,etarismo,pedofilia,racismo,preconceito social e quetais.A fórmula foi usada e reusada,muitos contos repetem enredo e tem fins diferentes,ou as mulheres são vadias ou cínicas,se não são,transformam-se,os homens conquistadores ou valentões ou os passados para trás por aqueles,muita morte por tiro ou suicídio, um horror de maniqueismo, o todo da coisa envelheceu mal,afinal são 70 anos mais ou menos entre os anos 1950 e hoje em dia.Enfim,se queria denunciar a hipocrisia da "gente de bem",usou de meios que atualmente evidenciam em si atitudes mais erradas ainda,enfim,preciso aprender a abandonar livros.
Agora vou para a Amazônia do Mad Maria.Sei que li,este e o Galvez Imperador do Acre,em algum momento dos anos noventa.Lembro de nada então,borar ler como se fosse a primeira vez.

 

quarta-feira, 5 de julho de 2023

A vida como ela é,Nelson Rodrigues



O Quase memória é bonito,evocativo,triste,amargo por vezes.Um senhor livro,foi bom reler.
Agora vou de Nelson Rodrigues  e A vida como ela é.Já li dele o Beijo no asfalto e foi genial,este promete o mesmo,veremos.