terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Os três grandes,Jonathan Fenby

 



Depois da bio do Churchill,boa de ler,agora será a vez da trinca que venceu a Segunda Guerra. Veremos(quero ver como será o tratamento dado ao Stálin - se não fossem os russos o fim da guerra poderia ter sido outro).

domingo, 20 de fevereiro de 2022

Churchill,a história ilustrada

 


O destino de uma nação foi muito bom,uma não ficção quase um thriller sobre os primeiros dias do Churchill como primeiro ministro,os embates,o início da guerra,os discursos.Re comendo.
Agora vou de A história ilustrada sobre o homem.Achei o blurb da quarta capa um pouco laudatório demais,mas o Churchill  na Segunda Guerra superou todas as encrencas e fracassos de sua longa vida pública.Livro muito ilustrado,estilo enciclopédia. 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Munique e O destino de uma nação

 




Confesso que terminar o Súdito foi sofrido,parecia a crônica de como ser um bolsiminion,como se tornar gado do bolsocoiso ou quetal.Incômodo.Talvez se lido em outro momento histórico eu tivesse gostado mais.Atualmente,fui até o fim porque sempre termino os livros,custe o que custar.
Daí,em três sentadas li o Munique,que tem o Chamberlain como figura histórica analisada,num período pré Segunda Guerra e Churchill,embrulhado em meio a uma tentativa de espionagem.Mediano,não fedeu nem cheirou.
Agora,vou ler ao que já assisti:O Destino de uma nação. É sobre a afirmação do Churchill como primeiro ministro,declarada a guerra.Não vai ter novidades,mas gosto do período e do tema.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

O súdito,Heinrich Mann



O Brideshead foi só Ok,estava até legal como reminiscências do passado(a Primeira Guerra é só evocada para se lembrar do que se perdeu,de como a vida mudou),mas colocar conflito religioso forçou a mão.Pode ter funcionado em sua época,pra mim,envelheceu mal,mas foi uma leitura rápida. 

E ,saindo da aristocracia inglesa para a prussiana,vamos ver o que trará este trabalho do Mann número 2.Depois do Homem sem qualidades perdi o pique para os alemães, vou tentar novamente com este,veremos.

 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Retorno a Brideshead,Evelyn Waugh



Agora que li mais um pouco sobre o Lawrence da Arábia e com o que tinha lido no BERLIM-BAGDÁ  deu pra entender melhor este front da Primeira Guerra  no Oriente.
Mas agora,quero ver a guerra por outra perspectiva e vou aproveitar pra desencostar este livro que está há eras esperando ser lido.E é um autor(apesar do nome) inglês que foi famoso na sua época,acho que é o primeiro que vou ler de sua obra.

 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Lawrence da Arábia, Alessandro Visarco


Nossa!O BERLIM-BAGDÁ foi daqueles.Mil coisas novas,uma outra grande guerra à qual nunca tinha tido acesso.Desde o pan-islamismo furado do Kaiser Wilhelm II e toda sua estratégia  de jihad para boicotar os países da Entente,até a responsabilidade sobre a situação  do Oriente,África e Ásia(combates em regiões petrolíferas  desde 120 anos atrás) , anti-semitismo que saiu do sionismo,dinheiro alemão financiando Lênin e boicotando o exército russo,o problema Israel ,as diversas populações  sob os "reinos",os conflitos exacerbados pelas diversas posições  durante a(s) guerra(s) - porque,sim,ele vai chegar à Segunda Guerra Mundial  no epílogo. Ufa,é assunto pra não acabar mais.O texto pode ter me confundido pelo ir e vir no tempo(para localizar as simultâneas ações e reações),mas o conteúdo é precioso.Preciso de um cérebro novo pra processar tudo!

E,pra continuar no assuntos "guerra e agentes especiais no Oriente ",vou ler este Lawrence da Arábia- de autor brasileiro (militar,socorro) - em e-book. O único  ace$$ível que encontrei sobre ele.

 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

O expresso Berlim-Bagdá,o Império Otomano e a tentativa da Alemanha de conquistar o poder mundial 1898-1918 Sean McMeekin

 



O Edward VII trouxe mais da história  diplomática na Europa pré guerra,principalmente entre Inglaterra,França,Alemanha,Áustria, Itália e Rússia.Uma enxurrada de nomes como no livro anterior ,os encontros entre os parentes aristocratas das diversas nações e um vislumbre do "rei constitucional" que ,ao menos(parece),não atrapalhou.Teve um reinado de só 10 anos depois do de sua mãe,a rainha Victoria, que reinou por 60 anos.

Daí,demorei pra falar deste livro  Berlim-Bagdá porque ele traz todo um lado ,novo pra mim, do período da Primeira Guerra Mundial ,envolvendo o Império Otomano e a Alemanha  do Kaiser Wilhelm II desde antes de declarada a guerra.Também trata de diplomacia,mais o lado B,de agentes contratados como espiões,agitadores e acadêmicos (do mal)e suas ações possibilitadas por um rio de dinheiro,além é claro da construção de uma extensa estrada de ferro por onde eles,militares,engenheiros,diplomatas e quetais movimentaram os bastidores das relações daqueles países sabotando o governo inglês pelo Oriente,Arábia,Egito,etc.
Já li mais ou menos um terço,estou gostando,mas é tudo muito "novo".Pra fazer um contraponto,é como se fosse o avesso da história  do Lawrence da Arábia e os serviços ingleses contra os otomanos(que foi romantizado pelo cinema,mas,na verdade,também  foi um "lado B" da história).Enfim,vendo como o Império Otomano deu os últimos  tropeços antes da queda.
O próximo capítulo  promete,é a hora de Galípoli - que para os ingleses foi um fiasco enorme - pelo lado de quem venceu pelo menos essa batalha. 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Depois da Rainha Victoria,Edward VII.Os anos que levaram à Primeira Guerra Mundial - André Maurois

 



Enfim terminei o A primeira guerra mundial, aviso que morri,mas passo bem.Gostei muito do livro,só que muito incômodo de segurar,um peso,o calhamaço estava me torturando.Não é uma história de batalhas e combates(o grosso desse assunto é tratado brevemente),mas das pessoas,mentalidades ,buscando uma atmosfera da época,procurando através de memórias,relatos pessoais,correspondências,diários,biografias montar os diversos quadros dos países em conflito.Como disse antes,muitos nomes,muita informação, acho que peguei um pouco,não tem como domar um bichão desses assim,de primeira(mas não sei se conseguiria ler novamente,não tão já).
E,indo por esse caminho de personalidades e mentalidades,agora vou ler sobre o sucessor da rainha Victoria, que assumiu o trono velho(te cuida Charles) e reinou muito pouco,mas exatamente no período pré guerra ,que muito me interessa.Veremos.

domingo, 16 de janeiro de 2022

A primeira guerra mundial......





E a luta continua....ou,a bem da verdade,ainda não começou.Depois de 16(das 21) partes,ufa,sinto que falta pouco pra estourar - porque entre acontecimentos,personalidades,disputas por território,a dita guerra ainda não começou.500 páginas de preliminares,mentalidades,atitudes
quedas de braço diplomáticas,nomes e mais nomes de embaixadores ,ministros,primeiros ministros,chanceleres,chefes de estado maior,além dos reis/czar/kaiser/arquiduque/grãos-duques/arquiduques/etc.
É um quadro muito bem detalhado,tem mapas(poderia ter mais),a leitura está devagar e sempre,só com um porém:os erros de impressão  que comem letras,palavras,truncam as frases,muitos e em todos os capítulos.É uma terceira reimpressão que,pelo jeito,não sofreu revisão a altura(é de editora grande Globo livros).
E sim,merecia uma leitora menos preguiçosa, que fizesse anotações, mas....já passei da fase - canso só de segurar o calhamaço e tentar entender o que leio...muita informação, muita.

 

sábado, 8 de janeiro de 2022

A primeira guerra mundial,Margaret MacMillan

 





O 1914 foi ótimo,mostrando que quando alguns querem,todos vão à guerra.
Agora vou para o catatau A primeira guerra mundial ,de autora canadense que, já no prólogo,mostra também que os fatores para a guerra são múltiplos e múltiplas foram as culpas.