sábado, 18 de julho de 2020

Invenções da idade média, Chiara Frugoni


Um livro gostoso de ler e que mostra alguns inventos que ocorreram na Idade média ,muitas citações latinas(os medievalistas "raíz" sempre as usam),figuras e caderninho de ilustrações coloridas.Fazia tempo que não lia nada de Idade média e adorei este achado(foi indicação da Nati do Redemunhando).E sim,leio de tudo(junto e misturado),e já que o outro do momento (Conversas com Albert Speers)é só uma coletânea de anotações  não usadas na biografia,ficou uma leitura meio assim,já que não conheço a biografia,enfim,lendo e aproveitando o que der.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Conversas com Albert Speers,Joachim Fest

Ontem terminei os dois que estava lendo.O A colher que desapareceu foi um desafio,porque atrás das "histórias dos elementos" muita coisa além de "simples química "(se é que isto existe) apareceu e,sou de humanas,ler um físico falando das origens de tudo,desde a poeira estelar dá um clic quase existencial.A teoria ficou bem além do meu entendimento,mas deu pra dar umas viajada boas.Bem mais difícil que o Oliver Sacks, mas uma leitura daquelas.
Já o HHhH foi me pegando aos poucos,um livro que,falando da escrita de um outro livro,conta uma história de resistência na Segunda Guerra.Até o meio foi devagar,depois engrenou e ficou ótimo,recomendo.
Agora vou para um também sobre Segunda Guerra, uma não ficção, que também me espera no Kindle, veremos.



terça-feira, 7 de julho de 2020

HHhH,Laurent Binet


O livro A ordem do dia foi uma paulada!Sério,ainda tem muita coisa sobre as Grandes Guerras que fica mais fácil "ignorar",mesmo porque, depois de tanto tempo,e com as questões atuais nos preocupando,isso pode parecer sem importância, mas,sabe aquela coisa de conhecer o presente através do que aconteceu antes,isso sempre serve e quanto mais leio sobre as guerras,mais entendo a atualidade.No Ordem aparecem com "nome,sobrenome,endereço,razão social " os que financiaram o nazismo,e são empresas ainda atuantes e gigantes nos seus ramos.Alguma "novidade"?Não,mas exatamente por estar distante no tempo,a gente esqueça que são sempre os mesmos que mandam e moldam o mundo.Dá um desgosto,e pensando no que acontece agora,os beneficiados pela precarização da pouca seguridade social,quem são?Já se sabe.E é sempre bom manter isso em mente,nada acontece "por azar",os donos da grana querem sempre mais,não importa o que o grosso da população  sofra.
E bem,com o assunto quente na cabeça,escolhi mais um do muito que ainda tenho que ler sobre a Segunda Guerra. É ficção, mas fortemente instrutiva.É um e-book que estava me esperando há tempos,sobre um dos nazistas mais medonhos,espero aguentar,veremos.

domingo, 5 de julho de 2020

E,por aqui:











Bem,há dias terminei o Acontecimentos na irrealidade imediata e a melancolia do livro pesou.Mais ainda que no Corações cicatrizados, mas gostei da escrita de ambos.
O Quarentena terminei ontem,necessário ,mas dá um desespero saber que não tem como agir,principalmente em relação  à economia,os panoramas são assustadores,mesmo "sem doença",como já tem sido muito dito,ver a história "acontecendo" é doloroso.
O A colher que desapareceu estava muito "físico-químico",com formação dos elementos no espaço, os planetas ainda em outros estágios que não "sólido" como a Terra,daí passou a ter mais história e me pegou mais.A saga do molibdênio e do tungstênio nas Grandes Guerras,um cientista do mal em ambos os casos,o papelão de Portugal ,Suíça e Espanha na falsa neutralidade.Melhorou consideravelmente.
E,de ficção, peguei uns livrinhos pequeninos:As jóias da coroa do Raul Pompéia;Os livros que devoraram meu pai,Afonso Cruz e hoje vou pegar o A ordem do dia,Éric Vouillard.

E,no país: