Já faz um tempinho que eu terminei os poemas da Florbela Espanca e a maioria é muito bonita,mas também falam demais em dores de amores e senti falta de alguma coisa mais ampla,que pegasse a vida de outro jeito,daí,não tem erro,Drummond - que eu li há milhões de anos atrás e não tinha mais nenhum livro na estante.Esta reunião de livros baixei em e-book(mais um de promoções do ano passado) e me espantei com o tamanho,imenso.Vou pegando aos pouquinhos e não,não tenho certeza se vou ler tudo,é muita coisa.Irei degustar devagar.
E depois de um livro que mexe com as emoções,um bem leve pra desopilar.Esta aventura acontece durante a Primeira Guerra e o Lupin ainda não deu as caras explicitamente - tem um personagem que está sendo confundido com outro que pode ser ele disfarçado,só pode,já que é um mestre dos disfarces.
Este e-book é imenso,já tinha lido as primeiras histórias tempos atrás,essa estava na fila.
Retrouvez les 22 aventures d'Arsène Lupin, le célèbre héros de Maurice Leblanc dans ce recueil de luxe.
- Arsène Lupin gentleman cambrioleur (Maurice Leblanc, 1907) (recueil de 9 nouvelles) - Arsène Lupin contre Herlock Sholmès (Maurice Leblanc, 1908) - L'Aiguille creuse (Maurice Leblanc, 1909) - 813 (Maurice Leblanc, 1910) - Les Confidences d'Arsène Lupin (Maurice Leblanc, 1911-1913) (recueil de 9 nouvelles) - Le Bouchon de cristal (Maurice Leblanc, 1912) - L'Éclat d'obus (Maurice Leblanc, 1915) - Le Triangle d'or (Maurice Leblanc, 1917) - L'Île aux trente cercueils (Maurice Leblanc, 1919) - Les Dents du tigre (Maurice Leblanc, 1920) - Les Huit Coups de l'horloge (Maurice Leblanc, 1923) (recueil de 8 nouvelles) - La Comtesse de Cagliostro (Maurice Leblanc, 1924) - La Demoiselle aux yeux verts (Maurice Leblanc, 1927) - L'Homme à la peau de bique (Maurice Leblanc, 1927) - L’Agence Barnett et Cie (Maurice Leblanc, 1928) (recueil de 8 nouvelles) - La Demeure mystérieuse (Maurice Leblanc, 1928) - La Barre y va (Maurice Leblanc, 1930) - Le Cabochon d'émeraude (Maurice Leblanc, 1930) - La Femme aux deux sourires (Maurice Leblanc, 1932) - Victor de la Brigade mondaine (Maurice Leblanc, 1934) - La Cagliostro se venge (Maurice Leblanc, 1935) - Les Milliards d'Arsène Lupin (Maurice Leblanc, avec la collaboration de sa fille Marie-Louise10, 1939) UPDATE 09-06 Que delícia de história,um thriller e de guerra aos mesmo tempo,só que do Lupin mesmo,quase nada, só tem a participação na coletânea dele - ele aparece em dois parágrafos,se tanto.Mas a ação e o "mistério" foram muito bem trabalhados,diversão na certa e os "mocinhos" (franceses) ganham dos "bandidos"(os alemães,les barbares!).Sem sombra de dúvida texto para o esforço de guerra,hoje não haveria como colocar tudo só "preto e branco" e o anti-germanismo seria politicamente incorreto(ou apareceria como alguma coisa contra os muçulmanos extremistas,quem sabe?).
Hoje recebi a 50ª solicitação de troca pelo Skoob!Pra movimentar o acervo e se livrar dos livros que não se quer mais é uma ótima pedida,funciona muito bem.E cada livro trocado significa crédito a mais para poder solicitar outros livros.Meu número de solicitações enviadas é menor porque alguns dos livros que pedi "custaram" dois créditos cada e a maioria dos que envio eu "cobro" um crédito só - acho que tem que se ter algum critério para se pedir mais(livros mais novos,mais caros,mais difíceis de encontrar,etc),mas ainda tenho créditos não usados e alguns para receber de livros enviados e que ainda não chegaram.Sim,o Correio tem demorado e agora,depois destes dias de greve dos caminhoneiros,sabe-se lá como andam as entregas.Para quem tem dúvidas,eu posso afirmar que é um bom sistema para trocas e tirando três livros meio destruídos(eu não peço fotos,acredito na palavra de quem diz que o livro está em bom estado) ,e um que não recebi(me enviaram um que não pedi e devolvi),não tive problemas.Tem o custo do envio,mas é por registro módico então não é tão caro(a não ser que seja um livro muito grande e pesado ou que o destino seja para muito longe,mas mesmo assim,nada exorbitante,já enviei livros pro país inteiro,todas as regiões e todos chegaram),mas recebendo o crédito,fica elas por elas pois quem for te enviar um livro passa pelo mesmo processo.Tira o que está demais nas estantes e trás o que não se tem,eu gosto muito.
Dias de leituras rápidas,terminei as HQs e já peguei o próximo para o Desafio Livrada!Nem marquei como releitura porque faz mais de trinta anos que li.Tenho costume de marcar a data da compra,e é de 1986! Está levemente amarelado,mas nada de mais,nenhum dano.Guardei está edição porque tem ilustrações do Carybé,mas a diagramação é meio ruim.
E da história?Só me lembrava de duas palavras:Macondo e Buendia,mais nada.Mas é cativante e numa sentada já foram 60 páginas,acho que o encanto continua.E como queria reler e tinha essa categoria que encaixava, ótimo!
Este é a quinta leitura do projeto,era pra ser só em junho,mas já adiantei porque precisava ler alguma coisa mais "literatura clássica" - o Breve História de Sete assassinatos,minha leitura anterior,não foi nada breve(mais de 700 páginas),de acontecimentos não lineares,numa Jamaica que não conhecia,tendo que "identificar" as vozes de quem era colocado em evidência(pelos títulos dos capítulos,única "concessão" ao leitor),as coisas só começaram a se encaixar perto do fim,e mesmo assim,tudo ficou meio solto na cabeça,tem que ser lido novamente(só deus sabe quando) pra assentar.
Daí,peguei esta Netochka(e-book em português de Portugal) e, mais uma vez, temos a história de alguém completamente desvalido,uma menina extremamente pobre que ,órfã em condições trágicas,acaba sendo adotada por uma família rica.As relações com as pessoas dessa família é que estão dando o tom da história,por enquanto "leve",apesar de tudo,com algum exagero sobre algumas características de alguns personagens, e seus desenvolvimentos.Não dá pra saber o tamanho do livro neste e-book que tem junto mais outros livros,ontem em uma sentada li uns 20 capítulos,não sei se será tão breve quanto foi o Noites Brancas,mas é um texto de leitura ágil.Mais uma faceta do Dostô.O legal de ir lendo as obras assim ,em ordem cronológica ,é ver quantos jeitos diferentes ele criou para descrever sua preocupação com o humano.
A lista do que vai ser lido está aí embaixo:
UPDATE 30-05
Pa-pum!Acabei ontem à noite mesmo e....que dramalhão!Bem chatinho,e sem aquele viés dos Irmãos Karamazov que faz a gente torcer pelos personagens,uma bobagem de exageros muito pobrinha,bateu o não gostei da Senhoria,este foi pior.Agora é dar uma pausa e descansar destes Dostô do início - se bem que tenho o Contos reunidos que também tráz obras dessa época,veremos.Em julho não tem leitura programada.
Sim,ontem morreu o P Roth,autor que só conheço de nome,tenho um só livro seu no kindle,ainda por ler,daí não me tocou muito,mas hoje fiquei triste de verdade.Um autor que já acompanho há tempos e que tinha uma das séries mais legais de thrillers históricos,que agora,pluft,acabou-se.Vai fazer falta!
Reproduzo a notícia do Le Monde,está no original mas dá pra entender.
L'auteur de romans policiers historiques Jean-François Parot est mort
Ancien diplomate, Jean-François Parot avait créé le personnage de Nicolas Le Floch, commissaire de police au Châtelet du temps de Louis XV et de Louis XVI.
L’auteur de romans policiers historiques Jean-François Parot est mort mercredi 23 mai. Il était âgé de 71 ans. Ancien diplomate, il avait créé le personnage de Nicolas Le Floch, commissaire de police au Châtelet sous les règnes de Louis XV et Louis XVI.
Les livres de cette série mêlent intrigues policières, intrigues tout court (et de cour), reconstitutions historiques, notamment du Paris d’époque. Ils comportent également toujours des digressions culinaires, avec des recettes d’époque. Cette série d’enquêtes de Nicolas Le Floch avait été adaptée à la télévision.
« L’époque est riche de destins comme celui de Nicolas. J’ai beaucoup consulté les archives du Quai d’Orsay. J’y ai trouvé des histoires que je n’oserai jamais écrire : elles sont beaucoup trop invraisemblables », expliquait l’écrivain au Monde en 2009.
Né en 1946 à Paris, Jean-François Parot avait commencé sa carrière comme diplomate en 1974, à Kinshasa d’abord, comme vice-consul, puis à Djibouti, Ho Chi Minh-Ville, Ouagadougou, Athènes, Tunis et la Guinée-Bissau, où il a été ambassadeur de 2006 jusqu’à sa retraite, en 2010. « Je ne cache pas de clés dans mes romans, je m’y refuse. Mais ce que je vis m’influence forcément un peu. Par exemple, depuis que je vis ici, il fait plus chaud dans mes romans », disait alors Jean-François Parot.
Un héros imaginé à Sofia
« La vie m’a conduit à passer les concours du Quai d’Orsay mais j’ai toujours continué à m’intéresser au XVIIIe siècle », confiait il y a quelques années à l’Agence France-Presse l’écrivain qui a imaginé son héros lors d’un rude hiver, alors qu’il était en poste à Sofia à la fin des années 90.
« Je me suis toujours senti, au fond, historien : en tant que diplomate, on est aussi quelqu’un qui s’intéresse à la culture, au passé des pays », soulignait le diplômé d’histoire et d’ethnologie, qui avait publié le premier volume des aventures du commissaire en 2000.
La série des Nicolas Le Floch a été traduite en une dizaine de langues. « Les 14 volumes de cette passionnante série qui embrasse les règnes de Louis XV et Louis XVI ont touché des millions de lecteurs et de téléspectateurs en France et dans le monde entier », ont rappelé les éditions Lattès dans un communiqué.
« Homme de culture, de sensibilité et d’humanisme, il incarnait lui-même le panache et le courage de son héros, jusque dans la souffrance », ont-elles ajouté.
En savoir plus sur https://www.lemonde.fr/disparitions/article/2018/05/24/l-auteur-de-romans-policiers-historiques-jean-francois-parot-est-mort_5303746_3382.html#qvAjWKkdDE6CulVE.99
Ano passado li o Viagem ao centro da Terra e agora vou aproveitar este e-book que ganhei ano passado numa promoção,para encaixar mais uma leitura levinha na Breve História de sete assassinatos que deu uma melhorada, depois piorou novamente e vai a passos lentos.
O Jardim Secreto deu um calorzinho no coração,foi um bom alívio;essa aventura submarina não conheço,nunca li antes e nem conheci qualquer filme sobre mas quero ler tudo que puder do Jules Verne.
Como a leitura do Breve História não está rendendo e não me pegou,resolvi procurar alguma coisa mais leve no meu acervo do Kindle e resgatei este livro que já está na espera tem um bom tempo.Aviso a quem quiser ler esta edição(Penguin-Companhia) e que não queira saber de nada da história, que na apresentação tem muitos spoilers,evite.Eu não me importo,mesmo porque já vi um filme sobre.Quero saber se escrita,a história é tão cativante quanto o filme,e me deixar levar por um pouco de imaginação e fantasia.Interessante também é a biografia da autora ,que se fez profissional e conseguiu viver da sua escrita, do séc XIX aos anos 20 do séc XX,pioneira.